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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Jiu Jitsu Baiano faz sucesso na China

O comércio entre Brasil e China pode encerrar o ano em patamar recorde, na avaliação do Conselho Empresarial Brasil-China. Apesar de não entrar nesta estatística econômica, o Jiu Jitsu Baiano também entrou na pauta das exportações do Estado para o gigante asiático.

Por: Miguel Brusell
Fotos: Gabriela Simões

As informações econômicas constam do "CEBC Alerta", publicação do Conselho feita com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo o boletim, a comercialização de produtos entre os dois países movimentou US$ 63,715 bilhões de janeiro a setembro deste ano, 11% acima de igual período no ano passado.

As informações da milenar arte marcial - que foi reinventada no Brasil, com importante participação do Estado da Bahia - e virou produto de exportação, até para países com longa tradição nas artes marciais com a China, são da Federação Baiana da Jiu Jitsu (FBJJ). Quem trás é o sensei Augusto Cezar Lima Miranda, o Guga, atualmente, residente em Beijin (Pequim).

Segundo o Sensei, em Breve, a China vai se tornar uma potência mundial da modalidade. "A gente está fazendo um trabalho lá há quase dois anos, o Luciano foi primeiro, estou lá há pouco mais de um ano. O crescimento está bastante e pela tradição que a China tem nas Artes Marciais, eles são bastante dedicados e, com certeza, em breve, a China vai se tornar uma potência mundial", acredita.


De acordo com a entidade econômica, as exportações brasileiras para a China totalizaram, em 2013, US$ 35,911 ou 27,9% do Produto Interno Bruto. Autêntico membro do Team Carvalho, Augusto Miranda, apesar de não fazer parte destas estatística econômica, está na lista dos produtos brasileiro mais procurados pelos chineses, o faixa preta de Jiu Jitsu.

Segundo o sensei, Ricardo Carvalho, a Federação Baiana de Jiu Jitsu já tem uma longa tradição de exportar faixas pretas. "O primeiro foi o sensei Edson, fundador da FBJJ, que está radicado nos Estados Unidos há mais de uma década. Depois deles foram tantos faixas preta para tantos países que fica até difícil enumerar", reconhece o sensei.

Segundo o sensei Ricardo, a prática de artes marciais, como o Jiu Jitsu, afasta os jovens das drogas, introduz a disciplina no cotidiano e pode ser uma interessante opção de meio de vida profissional.



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